[ Clarice Lispector ]

Sou sempre eu mesma, mas com certeza não serei a mesma para sempre!

quarta-feira, 1 de junho de 2011

 Não sei demonstrar interesse. Ou pareço interessada demais, ou pareço não estar nem aí.

Não sei demonstrar interesse. Ou pareço interessada demais, ou pareço não estar nem aí...

"Se faltar calor, a gente esquenta. Se ficar pequeno, a gente aumenta. E se não for possível, a gente tenta."

Engenheiros do Hawaii
coffeandcigarettestoday:  “Estou me transformando aos poucos num ser humano meio viciado em solidão.”

“Estou me transformando aos poucos num ser humano meio viciado em solidão.”
"Sou do tipo que adora a atitude e que odeia a falta dela. Daquelas que adora surpresa e odeia falsas esperanças. Que ama quem a ama, e odeia quem a odeia. Que não gosta quando alguém fala mal de suas roupas ou quando alguém a trata como uma criança. O tipo de pessoa que se apaixona facilmente por um sorriso bonito. Que ama conversas inteligentes e pessoas humildes. Que odeia sol e se bronzear, mas acha a coisa mais linda o bronze das outras pessoas. Que ama viver e odeia quem desperdiça a vida com besteiras. Daquelas quando amam, amam… mas quando amam e são verdadeiramente correspondidas amam loucamente."
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Me aqueça em dias frios, me abrace quando meus olhos se encherem de lágrimas. Me dê broncas quando eu estiver errado, observe os detalhes. Me faça soltar gargalhadas em dias tristes, puxe meu cabelo por pirraça. Troque balinha boca-a-boca comigo, morda meu lábio. Puxe minha camisa caso eu vá embora, me beije quando o silêncio falar mais alto. Deite sua cabeça sobre meu colo e me deixe ninar até que você durma, confie em mim. Aceite meus sorrisos, beijos e abraços.
 Às vezes acho que eu sou meio louca, não completamente, mas o suficiente. Não precisa ter medo, sei disfarçar. Essa minha mania de transformar tudo em texto só complica às coisas. Eu fico imaginando, criando sentimentos que nunca existiram para que as pessoas simplesmente concordem comigo. Eu não sei estar errada.  Quando estou, faço que errem também. Não, não queira ser como eu. De vez em quando queima e sufoca. Gosto músicas que ninguém escuta. De unha descascada e bochechas vermelhas. De barba feita e mãos na cintura. Amo sentir frio. Sinto saudade de tudo e de todos, principalmente, de quem não merece. Minha melhor companhia é a solidão. Quando estou com ela, pessoas que já se foram, voltam. Perco a hora toda hora. Mas, estou sempre lá. E por aqui. Goste que me admirem, não que achem graça de mim. Pessoas idiotas me dão dor de cabeça. Deixo sinais enquanto falo. Eu acredito no amor. E na paixão.  Uso all star e salto alto, mas eu gosto mesmo é de ficar descalça. Sou sensível e ao mesmo tempo forte. Choro, acho graça e  fico nervosa, tudo em menos de um minuto, ou ao mesmo tempo, em um segundo. Minha vida flui como essa crônica. Frases sem sentido e fora de ordem, que quando se juntam, formam um parágrafo. E o final? Meus finais são sempre confusos. Sem porque, nem pra que, apenas acabam. Fim.

Às vezes acho que eu sou meio louca, não completamente, mas o suficiente.

Não precisa ter medo, sei disfarçar.

Essa minha mania de transformar tudo em texto só complica às coisas. Eu fico imaginando, criando sentimentos que nunca existiram para que as pessoas simplesmente concordem comigo. Eu não sei estar errada. Quando estou, faço que errem também.

Não, não queira ser como eu. De vez em quando queima e sufoca.

Gosto músicas que ninguém escuta. De unha descascada e bochechas vermelhas. De barba feita e mãos na cintura. Amo sentir frio. Sinto saudade de tudo e de todos, principalmente, de quem não merece. Minha melhor companhia é a solidão. Quando estou com ela, pessoas que já se foram, voltam.

Perco a hora toda hora. Mas, estou sempre lá. E por aqui.

Goste que me admirem, não que achem graça de mim. Pessoas idiotas me dão dor de cabeça. Deixo sinais enquanto falo. Eu acredito no amor. E na paixão. Uso all star e salto alto, mas eu gosto mesmo é de ficar descalça. Sou sensível e ao mesmo tempo forte. Choro, acho graça e fico nervosa, tudo em menos de um minuto, ou ao mesmo tempo, em um segundo.

Minha vida flui como essa crônica. Frases sem sentido e fora de ordem, que quando se juntam, formam um parágrafo. E o final? Meus finais são sempre confusos. Sem porque, nem pra que, apenas acabam. Fim.

nossosroteiros:  “Só quem arrepia cada centímetro do seu corpo e faz você sentir o sangue bombear num ritmo charmoso, é capaz de estragar o mundo quando parte.” Tati Bernardi

“Só quem arrepia cada centímetro do seu corpo e faz você sentir o sangue bombear num ritmo charmoso, é capaz de estragar o mundo quando parte.”